Salário-maternidade para quem teve bebê nos últimos 5 anos, mesmo desempregada, MEI, autônoma ou sem carteira assinada. Se você tiver direito, a gente cuida do pedido. Você não paga nada antes.
Verificação 100% gratuita, em 1 minuto, aqui na página. Sem cadastro, sem CPF, sem senha. Não somos o INSS.
Você teve o bebê, deu conta de tudo, e em nenhum momento alguém disse que existia um pagamento do INSS no seu nome.
Ou disseram que "só quem trabalha de carteira tem direito". Ou você tentou pelo aplicativo, apareceu "divergência", e você desistiu.
Em 2024 a regra mudou e muita mãe ainda não sabe. O STF derrubou a exigência de 10 meses de contribuição. Hoje, para ter direito, basta estar "dentro" do INSS na data do parto. E "dentro" inclui quem parou de contribuir há meses, quem é MEI, quem paga como dona de casa, e quem pagou uma única guia antes do bebê nascer.
O problema nunca foi ter direito. O problema é o pedido: a categoria certa no questionário, a data certa no extrato, o documento certo na foto, e o que fazer quando o INSS nega por um motivo que não existe mais.
Verificação gratuita e automática: 5 perguntas, resultado na hora, aqui mesmo. Não pede nome, telefone, CPF nem senha. Falar com a gente depois é opcional.
O teste considera: se o bebê já nasceu ou está para nascer, a sua situação na data do parto, há quanto tempo você parou de contribuir, se já pediu ao INSS, e se está no CadÚnico.
Grátis. Sem cadastro. Resultado imediato.
No seu caso, a gente:
Abre uma conversa com o resultado do seu teste já preenchido. Sem compromisso.
R$ 6.484,00é o mínimo que o INSS paga: 4 meses de 1 salário mínimo (2026). Quem contribuía sobre valor maior recebe mais.
O INSS paga as parcelas dos últimos 5 anos. Quem teve bebê há até 5 anos ainda recebe o valor inteiro. Depois disso, as parcelas prescrevem uma a uma. Não tem vaga limitada, não tem contador na tela. Tem uma data no calendário, e ela é sua.
| Situação na data do parto | Quanto recebe |
|---|---|
| MEI, trabalhadora rural, facultativa sobre o mínimo | R$ 6.484,00 |
| Autônoma que contribuía sobre valor maior | média das contribuições × 4 |
| Empregada com carteira assinada | 4 salários integrais |
Salário mínimo de 2026: R$ 1.621,00. Regras de cálculo da Lei 8.213/1991. O valor exato depende do seu histórico de contribuições.
"Estou desempregada", "nunca trabalhei de carteira", "parei de pagar o INSS". Em muitos desses casos o direito existe. Depende de uma data no extrato, não de carteira assinada.
Categoria errada no questionário, documento cortado na foto, contribuição paga com o código errado ou depois do parto. O INSS nega, a mãe acha que "não era pra ela" e para por ali.
O aplicativo dá "divergência", chega uma exigência com prazo de 30 dias, ninguém explica o que anexar. O pedido é arquivado e o dinheiro fica no INSS.
Autônoma, MEI, facultativa e rural precisavam de 10 contribuições antes do parto. Quem tinha 8, perdia tudo.
O STF, nas ADIs 2.110 e 2.111, declarou essa exigência inconstitucional. O INSS aplica em todos os pedidos feitos a partir de 05/04/2024 (IN 188/2025), seja qual for a data do parto.
A Lei 15.415 deu ao INSS 30 dias para decidir. Se não decidir, o benefício é concedido provisoriamente, e o que for pago não precisa ser devolvido, salvo má-fé.
Se você pediu antes e foi negada "por carência", a negativa não vale mais. Dá para recorrer, e a gente faz isso.
O pedido é feito no aplicativo Meu INSS ou pelo 135 e não tem taxa. O que trava é o resto: conferir o extrato, achar a data certa, escolher o código de contribuição, responder exigência em 30 dias e, se negar, escrever o recurso com a base legal correta. Cada erro custa semanas, e às vezes custa o benefício.
A gente cuida de tudo isso por você. E você só paga se o INSS aprovar.
Equipe [Nome da marca], especializada em salário-maternidade e pedidos no INSS. [X anos] cuidando de pedidos de mães de todo o Brasil pelo WhatsApp, inclusive casos de desempregada, MEI, autônoma e recurso de negativa. [Formação ou credencial, se houver.]
Preencha os colchetes com dados reais antes de anunciar. Número inventado aqui vira reclamação depois.
Análise gratuita, por escrito, sem compromisso.
| Compromisso | Como conferir |
|---|---|
| A verificação e a análise são gratuitas | O resultado aparece na página sem cadastro. A análise no WhatsApp vem por escrito, antes de qualquer decisão. |
| Nunca pedimos senha do gov.br, código por SMS ou dados bancários | O pedido é feito com você, na sua tela, ou por procuração registrada no INSS. Quem pede senha é golpe. |
| Nada de taxa antecipada | Não existe "taxa para liberar". Você só paga se o INSS aprovar, e isso fica por escrito antes. |
| Não prometemos concessão nem valor | Toda esta página diz: quem decide é o INSS. O que prometemos é fazer o pedido certo e acompanhar. |
| Fontes citadas, para você checar | Lei 8.213/1991, Decreto 3.048/1999, IN 128/2022 e 188/2025, ADIs 2.110/2.111, Lei 15.415/2026. |
Sim. A verificação é gratuita, automática e feita aqui na página, sem cadastro. A análise no WhatsApp também é gratuita e vem por escrito. Você só paga se decidir seguir e se o INSS aprovar.
Nada antes. Se o benefício for aprovado, uma parte do valor que o INSS pagar, combinada por escrito antes de começar. Se o INSS negar e o recurso não reverter, você não paga.
Porque o que decide é fazer certo: a data certa, a categoria certa, o código certo, a exigência respondida no prazo e o recurso com a base legal correta. Muita mãe tenta, cai em exigência, não responde a tempo e perde. Você paga pela experiência de quem faz isso todo dia, e só paga se der certo.
Nunca. O pedido é feito com você, na sua tela, por chamada, ou por procuração registrada no INSS quando fizer sentido. Quem pede senha, código por SMS ou dados do cartão é golpe.
Depende da data da última contribuição ou da demissão e de fatores que ampliam o prazo (seguro-desemprego, mais de 10 anos de contribuição). A análise gratuita responde isso com base no seu extrato.
Em geral sim, se pagar uma contribuição em dia antes do parto, com o código certo. Depois do nascimento não vale. A gente orienta código, valor e prazo.
Sim. O INSS paga as parcelas dos últimos 5 anos. Nascimento há até 5 anos permite receber o valor inteiro, desde que você fosse segurada na data do parto.
Depende do motivo. Negativa por "carência" não vale mais desde 2024 e costuma ser revertida em recurso. "Perda da qualidade de segurada" muitas vezes é contada errado. Mande a carta de indeferimento na conversa e a gente analisa de graça.
Por lei, até 30 dias. Pedidos completos costumam sair em 2 a 4 semanas. Se passar do prazo, a gente cobra pelo 135 e pela ouvidoria.
Golpe pede senha do gov.br, pede taxa para "liberar" e promete valor garantido. Aqui a verificação é grátis, a análise é grátis, ninguém pede senha, não existe taxa antecipada, e o combinado fica por escrito. Nunca informe sua senha a ninguém, inclusive a nós.
Abre uma conversa no WhatsApp. Análise gratuita, sem compromisso.